quinta-feira, 25 de abril de 2013

'Trabalho Interno' investiga quem são os culpados pela crise de 2008

Ontem citei o documentário. Hoje segue uma interessante prévia!

E, honestamente, os maiores responsáveis pela chamada "crise de 2008" deveria ter destino semelhante ao de Tiradentes: enforcados, e depois ter as partes do corpo expostas nas principais Bolsas de Valores do mundo: NYSE, Nasdaq, Ibovespa, Merval, Hong King, Londres, Paris etc. (ok, exagerei no humor negro... rsrs)...


'Trabalho Interno' investiga quem são os culpados pela crise de 2008

da Livraria da Folha

Divulgação/Sony Pictures
Documentário premiado sobre o setor financeiro dos Estados Unidos
Documentário premiado sobre o setor financeiro dos Estados Unidos
"Trabalho Interno", vencedor do Oscar de melhor documentário em 2011, investiga a bolha imobiliária e as causas da crise econômica de 2008, a maior desde a Grande Depressão de 1929.
Charles Ferguson, responsável pelo longa, acusa o setor financeiro dos Estados Unidos de enganar o investidor norte-americano comum. "Trabalho Interno" reúne entrevistas com economistas, políticos e jornalistas.
Publicado recentemente no Brasil, "O Sequestro da América"aprofunda o debate sobre os problemas econômicos enfrentados pelos EUA e apresenta as suas consequências sociais e políticas.
Abaixo, assista ao trailer do documentário.
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"Trabalho Interno"
Diretor: Charles Ferguson
Duração: 109 minutos
Quanto: R$ 19,90 *
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
"O Sequestro da América"
Autor: Charles Ferguson
Editora: Zahar
Páginas: 370
Quanto: R$ 49,90 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.
Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Autor de 'Trabalho Interno' debate causas e efeitos da crise de 2008

Vale a pena tanto ler o livro quanto assistir ao filme/documentário citado!


Autor de 'Trabalho Interno' debate causas e efeitos da crise de 2008

da Livraria da Folha
Em "O Sequestro da América", Charles Ferguson aprofunda o debate sobre os problemas econômicos enfrentados pelos EUA que resultaram na crise de 2008, a maior desde a Grande Depressão de 1929, e as suas consequências sociais e políticas.
Divulgação
Em "O Sequestro da América", Ferguson aprofunda o tema de "Trabalho Interno"
No livro, Ferguson aprofunda o tema de "Trabalho Interno"
No livro, o autor de "Trabalho Interno", vencedor do Oscar de melhor documentário em 2011, investiga o que deu errado na economia norte-americana e relaciona seu início a eventos da década de 1980.
"Nos últimos 30 anos, os Estados Unidos foram tomados por uma oligarquia financeira amoral, e o sonho americano de oportunidade, educação e mobilidade social está hoje, em grande medida, limitado ao pequeno percentual mais abastado da população", conta.
Segundo o autor, republicanos e democratas compactuam com a pilhagem e as fraudes frequentes das corporações financeiras. Se esse processo não for interrompido, os EUA se transformarão em uma sociedade decadente, "com uma população empobrecida, raivosa e ignorante sob o controle de uma pequena elite ultrarrica".
A desigualdade econômica transforma a sociedade em uma massa receptiva a extremismos religiosos e políticos, como cristianismo anticientífico e fundamentalista, ataques à educação e ao ensino de teorias como a da evolução das espécies, além da demonização de imigrantes, muçulmanos e pobres.
"Há hoje evidências esmagadoras de que ao longo dos últimos 30 anos o setor financeiro dos Estados Unidos se tornou um setor sem princípios", diz. "A medida que sua riqueza e seu poder aumentavam, ele subverteu o sistema político do país (incluindo os dois partidos políticos), o governo e instituições acadêmicas de modo a se livrar do controle externo".
Divulgação/Sony Pictures
Documentário premiado sobre o setor financeiro dos Estados Unidos
Documentário premiado sobre o setor financeiro dos Estados Unidos
Movimentos de protestos como o Occupy Wall Street, inicialmente pouco claros em seus objetivos, guardavam a percepção de que algo errado estava acontecendo com a economia do país, argumenta Ferguson na primeira parte do livro.
Ferguson diz não ser contrário a enriquecimento, empresas e lucro. Nas páginas do novo livro, ele transparece certa admiração pelos que enriqueceram por meio do trabalho e do estudo. Para ele, o problema são as pessoas que ficaram ricas por terem boas ligações e serem inescrupulosas.
"Elas estão criando uma sociedade na qual se pode cometer crimes econômicos terrivelmente daninhos com impunidade, e na qual apenas os filhos ricos têm a oportunidade de fazer sucesso."
Formado em matemática na Ucla (Universidade da Califórnia) e doutor em ciência política pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Charles Ferguson foi consultor do governo norte-americano e de empresas com Apple, IBM e Motorola. "O Sequestro da América" é o seu quarto livro.
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"O Sequestro da América"
Autor: Charles Ferguson
Editora: Zahar
Páginas: 370
Quanto: R$ 49,90 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
"Trabalho Interno"
Diretor: Charles Ferguson
Duração: 109 minutos
Classificação indicativa: 10 anos
Quanto: R$ 19,90 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.
Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Número de vezes que os artigos são citados por outros cientistas é um indicador da qualidade dos trabalhos

Importante aspecto da vida cultural de um país, a produção científica publicada pode ser um interessante termômetro do nível de erudição de um povo. E, no caso brasileiro, como tudo no país, nossa produção dá simultâneos passos para frente e pra trás, gerando um conhecido resultado: nulo.

Aumentamos a quantidade da produção, mas diminuindo a qualidade, mantendo-nos na bem conhecida e conservada estaca zero...


Produção científica do Brasil aumenta, mas qualidade cai
Em dez anos, país subiu do 17º para o 13º lugar na lista dos que mais publicam artigos e caiu de 31º para 40º em citações
Número de vezes que os artigos são citados por outros cientistas é um indicador da qualidade dos trabalhos
SABINE RIGHETTIDE SÃO PAULO

A produção científica brasileira, medida pela quantidade de trabalhos acadêmicos publicados em periódicos científicos, está em ascensão. Mas a qualidade dos trabalhos não acompanha o ritmo.

O cenário foi encontrado em informações tabuladas pela Folha a partir da base aberta de dados Scimago (alimentada pela plataforma Scopus, da editora de revistas científicas Elsevier). Ela traz números da produção científica de 238 países.
De 2001 para 2011, o Brasil subiu de 17º lugar mundial na quantidade de artigos publicados para 13º --uma conquista que costuma ser comemorada em congressos científicos do país.

Em 2011, os pesquisadores brasileiros publicaram 49.664 artigos. O número é equivalente a 3,5 vezes a produção de 2001 (13.846 trabalhos).
O problema é que a qualidade dos trabalhos científicos, medida, por exemplo, pelo número de vezes que cada trabalho foi citado por outros cientistas (o chamado "impacto"), despencou.

O Brasil passou de 31º lugar mundial para 40º. China e Rússia, por outro lado, ganharam casas no ranking de qualidade nesse período.

MAIS BRASILEIROS

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, um dos motivos do salto de produção com queda de qualidade foi o aumento do número de periódicos brasileiros listados nas bases de dados: de 62 para 270 em dez anos.

"Isso aconteceu por causa de uma política de abertura para revistas científicas nacionais de países como Brasil, China e Índia", explica o cienciometrista da USP Rogério Meneghini, coordenador da base Scielo, que reúne 306 periódicos brasileiros.

O problema é que os trabalhos de periódicos científicos brasileiros têm pouco impacto. Apenas 16 dessas revistas receberam, em 2011, uma ou mais citações por artigo. Para ter uma ideia, cada artigo da revista britânica "Nature" recebeu cerca de 36 citações.

O maior impacto entre os periódicos nacionais é igual a 2,15, da revista "Memórias do Instituto Oswaldo Cruz".

"Cerca de 45% dos trabalhos científicos que recebemos são de autores estrangeiros", conta Francisco José Ferreira da Silva Neto, do corpo executivo do periódico.

Mas não são apenas os periódicos nacionais que derrubam o impacto da ciência brasileira no mundo.

"A política atual de ensino superior no Brasil pressiona para que os pesquisadores publiquem mais e para que publiquem de qualquer jeito", diz o biólogo Marcelo Hermes-Lima, da UnB (Universidade de Brasília).

SALAME
Cientistas brasileiros acabam desmembrando trabalhos parrudos em artigos com menos impacto, fenômeno conhecido como "salame".
"Cada descoberta é fatiada e publicada separadamente", explica Fernando Reinach, biólogo que deixou a academia e agora está na iniciativa privada. "O número de trabalhos aumenta, as descobertas ficam semelhantes e o impacto diminui."

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Mundo testemunha o declínio do Ocidente, diz 'A Grande Degeneração'

Acho os título, o subtítulo e o tema deste livro muito, mas muito salutares. Quem puder ler, leia!


Mundo testemunha o declínio do Ocidente, diz 'A Grande Degeneração'

da Livraria da Folha

Em "A Grande Degeneração", Niall Ferguson, historiador britânico especializado na história financeira e econômica, defende que o declínio do Ocidente, profetizado há muito tempo, está acontecendo.
Divulgação
Historiador Niall Ferguson revela algumas das possíveis causas dessa degeneração
Ferguson revela algumas das causas dessa degeneração
Ferguson avalia o crescimento lento da economia, as dívidas altas, a fragilidade das leis, a população cada vez mais velha e o comportamento antissocial como alguns sintomas da decadência.
Segundo o autor, isso acontece devido ao declínio do governo representativo, do livre mercado, do Estado de direito e da sociedade civil.
Com o subtítulo "A Decadência do Mundo Ocidental", a edição tem o lançamento previsto para 6 de maio. Publicado no Brasil pela editora Planeta e traduzido por Janaína Marcoantonio, "A Grande Degeneração" está em pré-venda na Livraria da Folha.
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"A Grande Degeneração: A Decadência do Mundo Ocidental"
Autor: Niall Ferguson
Editora: Planeta
Páginas: 128
Quanto: R$ 19,90 (preço promocional de pré-venda*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.
Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Brasil analisa financiar US$150 mi para reforma de aeroportos cubanos

Porque será que só usam algumas palavras, como "envelhecida infraestrutura da ilha" ou "ilha comunista" ou até mesmo "antiquados aeroportos", sobre Cuba e não sobre o Brasil, China ou demais países subdesenvolvidos?

Brasil analisa financiar US$150 mi para reforma de aeroportos cubanos


Por Esteban Israel

O Brasil analisa conceder à construtora Odebrecht um crédito de 150 milhões de dólares para reformar os aeroportos de Havana e outras cidades de Cuba, aprofundando o seu papel na modernização da envelhecida infraestrutura da ilha, disseram fontes oficiais na sexta-feira.

O crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi discutido nos últimos dias, durante uma visita a Brasília do vice-presidente cubano, Marino Murillo, encarregado das reformas econômicas do presidente Raúl Castro.

"Está sendo discutido o financiamento dos aeroportos", disse à Reuters uma fonte do governo brasileiro que pediu anonimato por não estar autorizada a falar sobre o assunto. "Está sujeito à avaliação da equipe técnica do banco", acrescentou.

Os aeroportos são vitais para a indústria do turismo de Cuba, uma das principais fontes de entrada de divisas da ilha comunista.

Cuba recebeu em 2012 um recorde de 2,8 milhões de visitantes estrangeiros, aumentando a pressão sobre os seus antiquados aeroportos da era soviética.

Outra autoridade brasileira familiarizada com os planos disse que o BNDES tem sobre a mesa um pedido de financiamento de 150 milhões de dólares para vários aeroportos cubanos, incluindo Havana e Santiago de Cuba.

Uma terceira fonte afirmou à Reuters que a Odebrecht já tem uma equipe em Cuba trabalhando no projeto de remodelação do aeroporto de Havana e selecionando fornecedores de materiais. As obras poderiam começar em junho.

Perguntado sobre os planos, um porta-voz da Odebrecht em São Paulo disse em comunicado enviado por email que sua subsidiária em Cuba "não executa atualmente obras em aeroportos deste país".
O Brasil tornou-se um dos maiores aliados econômicos de Cuba, financiando obras e exportações de bens de consumo, desde sapatos a biscoitos. A relação ficou mais estreita durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e continuou com sua sucessora, Dilma Rousseff.

E as obras da Odebrecht são o aspecto mais visível. A construtora trabalha desde 2010 na expansão do porto de Mariel, nos arredores de Havana, um ambicioso projeto de 900 milhões de dólares, dos quais o BNDES financia 680 milhões de dólares.

O projeto, no entanto, causou mal-estar nos Estados Unidos, onde a construtora brasileira tem importantes negócios. O Estado da Flórida, um bastião dos exilados cubanos, aprovou no ano passado uma lei que proíbe contratos públicos com empresas que operam em Cuba. A Odebrecht recorreu argumentando que a medida era inconstitucional.

Para Cuba é uma questão estratégica. O tráfego de passageiros saltou quando foram retiradas restrições norte-americanas para que exilados cubanos visitem a ilha e deve crescer ainda mais após a recente decisão de Raúl Castro de simplificar os trâmites para que cubanos viajem ao exterior.

Levando em consideração que o BNDES costuma financiar até 80 por cento das exportações de serviços de engenharia e bens de capital das empresas brasileiras, o custo das obras nos aeroportos cubanos deve ser da ordem de 190 milhões de dólares.

sábado, 13 de abril de 2013

Combustível brasileiro é o sexto mais caro entre 17 países, diz estudo

Mais um dos inúmeros aspectos que tornam a existência social cada dia mais complicada neste país...

Combustível brasileiro é o sexto mais caro entre 17 países, diz estudo


SÃO PAULO – O Brasil ficou em sexto lugar entre os países com o preço de um litro de gasolina mais alto, segundo levantamento realizado pelo Deutsche Bank. No País, segundo o banco, se paga em média US$ 1,83 por litro de combustível, 85% a mais do que nos Estados Unidos (US$ 0,99).
Ainda de acordo com o levantamento, na frente do Brasil ficaram Hong Kong (130%), Reino Unido (110%), França (108%), Alemanha (106%) e Japão (91%). Veja a lista na tabela abaixo:
Preço da gasolina
Cidade Preço % em relação à Nova York
Fonte: Deutsche Bank
Hong Kong US$ 2.27 130%
Reino Unido US$ 2,08 110%
França US$ 2,06 108%
Alemanha US$ 2,04 106%
Japão US$ 1,89 91%
Brasil US$ 1,83 85%
Nova Zelândia US$ 1,73 75%
Austrália US$ 1,69 71%
Singapura US$ 1,61 62%
Canadá US$ 1,44 46%
África do Sul US$ 1,40 41%
Índia US$ 1,38 39%
China US$ 1,29 30%
Estados Unidos US$ 0,99 0%
Rússia US$ 0,99 0%
México US$ 0,86 -14%
Malásia US$ 0,85 -14%

Outros valores
O levantamento também mostrou  a relação de outros valores. No transporte público, por exemplo, o estumo mostrou que a média brasileira é mais em conta do que nos Estados Unidos, sendo que os brasileiros pagam US$ 1,28 contra US$ 2,25 dos americanos, uma diferença de 43%.
Uma corrida de táxi de 3 km também é mais vantajosa no Brasil, pois custa US$ 6,17 em São Paulo no Rio de Janeiro, o que classifica as cidades entre as 15 mais baratas em relação à Nova York, com 43% a menos que a cidade-base. Já a cidade de Wellington, na Nova Zelândia, registrou o valor mais alto, de US$ 14,45, ficando 34% mais cara que a cidade americana, onde a corrida de táxi custa US$ 10,75.